segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mais de 4 mil livros de ciência de graça

 

06/06/2011
Agência FAPESP – A National Academies Press (NAP), editora das academias nacionais de ciência dos Estados Unidos, anunciou no dia 2 de junho que passou a oferecer seu catálogo completo para ser baixado e lido de graça pela internet.
São mais de 4 mil títulos, que podem ser baixados inteiros ou por capítulos, em arquivos pdf. A NAP publica mais de 200 livros por ano nas mais diversas áreas do conhecimento, com destaque para publicações importantes em política científica e tecnológica.
Os livros podem ser copiados livremente a partir de qualquer computador conectado na internet e mostram o esforço da NAP em democratizar o acesso ao conteúdo produzido pelas academias norte-americanas. As academias, que atuam há mais de 100 anos, são: National Academy of Sciences, National Academy of Engineering, Institute of Medicine e National Research Council.
Os títulos em capa dura continuarão à venda no site da NAP. A opção de ler de graça parte de livros ou títulos inteiros começou a ser oferecida pelo site em 1994. A oferta de todo o catálogo de graça para ser baixado em pdf foi feita primeiro para os países em desenvolvimento.
Entre os títulos que podem ser baixados estão: On Being a Scientist: A Guide to Responsible Conduct in Research, Guide for the Care and Use of Laboratory Animals e Prudent Practices in the Laboratory: Handling and Management of Chemical Hazards.
Mais informações: http://www.nap.edu/

terça-feira, 31 de maio de 2011

SciVerse

O SciVerse está mais rápido

A nova versão torna o SciVerse fmais rápido do que nunca. Os fluxos de trabalho foram atualizados e aprimorados, os recursos estão mais intuitivos e o desempenho do produto foi melhorado com aprimoramentos tecnológicos fundamentais.
Seus usuários agora podem encontrar aquilo que precisam com mais facilidade e rapidez, ficando com mais tempo para dedicar a outras tarefas de pesquisa.

Um resumo breve das novidades:
SciVerse Scopus:
• Tenha uma visão geral melhor da produção de pesquisa de seu instituto em menos tempo com a recém-aprimorada pesquisa de afiliações;
• Tenha um link direto do SciVerse Scopus para o mesmo registro no Embase (se tiver acesso aos dois produtos);
• Atualize perfis de autores com precisao e rapidez usando o novo SciVerse Scopus Author Feedback Wizard.

SciVerse ScienceDirect:
• Localize resultados de pesquisa mais rapidamente, agora que o número de resultados padrão por página foi reduzido a 50;
• Quando seus usuários entrarem no SciVerse ScienceDirect a partir do Google, encontrarão seus termos originais de pesquisa realçados no artigo, para verificar com facilidade sua relevância para a pesquisa.

 SciVerse Hub:
• Edite suas pesquisas diretamente na página de resultados da pesquisa sem precisar navegar de volta para a tela inicial.

E não vamos nos esquecer dos aplicativos...
• Faça pesquisas em seções específicas de um artigo (por exemplo, título, métodos, resumo) e, depois, filtre os resultados usando o aplicativo Section Search;
• Traduza sua pesquisa em idioma estrangeiro para o inglês e inicie uma pesquisa no SciVerse Hub usando o aplicativo Search Translator.

MEC não quer ensinar

JC e-mail 4268, de 30 de Maio de 2011

Artigo de Carlos Alberto Difranco, no Estado de São Paulo de hoje (30).
Acabo de ler duas instigantes obras de Zygmunt Bauman: Amor Líquido e Modernidade
Líquida. Bauman, um dos mais originais e perspicazes sociólogos da atualidade, vai fundo nos paradoxos da modernidade líquida. Vivemos um tempo de incertezas, de sinais confusos, de ausência de vínculos duradouros. Mas, ao mesmo tempo, o comportamento fluido e relativista acaba, frequentemente, em arrebatos de dogmatismo ideológico. O relativismo, facilmente, transforma-se em autoritarismo. Recentemente, a imprensa noticiou que, para evitar discriminações, o Ministério da Educação (MEC) quer renunciar ao dever de ensinar. Por exemplo, entende que pode promover o preconceito a explicação em sala de aula de que a concordância entre artigo e substantivo é uma norma da língua portuguesa. Dessa forma, o MEC aconselha a relativizar.

Segundo o Ministério, a expressão "os carro" também seria correta. A sociedade, quando se deu conta do que o MEC estava propondo,foi unânime na sua indignação. Afinal, a oportunidade de aprender bem a sua língua deve ser um direito de todos. Nesse caso, no entanto, penso que está em jogo mais do que a norma culta da língua portuguesa. Implicitamente, o MEC nos diz: na busca por um "mundo mais justo" (sem preconceitos) pode ser aconselhável dizer algumas mentiras. Na lógica ministerial, o conhecimento é munição para a discriminação.

Vislumbra-se aí uma visão de mundo na qual o critério político prevaleceria sobre a realidade das coisas, sobre a verdade. E aqui reside o ponto central, cuja discussão é incômoda para uma sociedade que não deseja utilizar o conceito "verdade". Este seria apropriado apenas para uma agenda conservadora; os contemporâneos não deveriam utilizá-lo mais.

Mas por que será que a "verdade" é tão incômoda? Porque ainda estamos imersos no sofisma moderno que confunde "ter um conhecimento certo sobre algo" com "ser dono da verdade". O engano está em equiparar "conhecimento limitado" - que é onde sempre estaremos - com "todo conhecimento é inválido". Outro influente motivo para evitar o uso do conceito "verdade" é a aspiração por liberdade.

As "verdades" tolheriam a nossa autonomia, imporiam uns limites indesejáveis; no mínimo, acabariam diminuindo a nossa liberdade de pensamento. O MEC - de fato -entende assim: numa sociedade plural, não se poderia ter apenas uma única norma culta para a língua portuguesa. Deixemos os nossos alunos "livres" para escolherem as diversas versões.

Não será que ocorre exatamente o contrário? Quem conhece bem a língua portuguesa tem a liberdade de escolher qual forma - num texto literário, por exemplo -expressa melhor a sua ideia. E pode até abrir mão da norma culta, num determinado momento. Só terá a segurança dessa escolha quem conhecer a norma culta, caso contrário, serão tiros no escuro. Entre liberdade e verdade não vige uma relação dialética. Elas andam juntas. O que pode provocar um antagonismo com a liberdade é uma versão absolutista de verdade, encarnada pelo sujeito que entende ser o "dono da verdade".

Mas a verdade não é um objeto que se possui. A verdade é o mundo, é a realidade, são os outros. É uma porta que se abre para fora, não para dentro, e por isso pode ser contemplada por todos. Ela é democrática: está acessível a todos. Já não será hora de superarmos a disjuntiva moderna e estabelecermos uma relação amigável com a "verdade"? Não significa fazer um pacto "espiritual" com o universo ou assinar uma espécie de declaração de alienação, abdicando do uso da inteligência e da crítica. A proposta que aqui se faz nada mais é do que buscar uma relação de honestidade intelectual com a realidade e com os outros.

Penso que essa relação de honestidade intelectual está na origem da cultura ocidental, ainda lá com os gregos. É um processo de aprendizagem, que leva a reconhecer os próprios erros, a revisar as condutas e, ainda que não seja retilíneo, trouxe indubitáveis bens (ainda não plenamente alcançados, mas que indicam a meta): o reconhecimento da
dignidade da pessoa humana, o respeito e a valorização da mulher, a rejeição da escravidão, a democracia como expressão dessa dignidade, a tolerância, a compreensão, etc.

Aquilo de que mais nos orgulhamos não foi alcançado brigando com a "verdade", dizendo que tudo era relativo, que dava na mesma A ou B. Nesta lógica aparentemente ampla - mas que no fundo é estreita (porque não está aberta à realidade e aos outros, impera o subjetivo) -, quem ganha é o mais forte, aquele que grita mais alto. Já não existe um referencial adequado para o diálogo. Ficam as versões. Ficam os discursos. E ficamos à mercê dos Sarneys... E agora também dos Paloccis.

Só mais um último aspecto, agora do ponto de vista pedagógico. A visão do MEC sobre a educação corrobora a constatação feita pela pediatra norte-americana Meg Meeker. Ela considera que as principais dificuldades da educação dos jovens de hoje não são causadas por eles. Na visão dela, o problema não são os jovens - como muitas vezes os moralistas de plantão ou os saudosistas de outros tempos querem culpá-los. A dra. Meg Meeker, com a experiência de mais de 20 anos atendendo adolescentes e pais no seu consultório, diz que a causa está nos próprios adultos, que diminuíra mas expectativas da educação em relação às novas gerações. "Eles não conseguirão fazer isso..." Ou: "É impossível que ajam dessa forma..." Os próprios educadores nivelam por baixo - como se o comportamento ético fosse hoje em dia irrealizável - e depois se dizem decepcionados com os jovens.

Ministério da Educação: os alunos saberão fazer bom uso das regras de português. Não lhes impeça o acesso ao conhecimento e, principalmente, não lhes negue um dos principais motores para o crescimento pessoal: a confiança.

Carlos Alberto Difranco é doutor em Comunicação, é professor de Ética e diretor do Master em Jornalismo. E-mail: difranco@iics.org.br.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Nova versão Web of knowledge

Treinamento Nova versão da Web of Knowledge, Web of Science, Derwent e o EndNote Web

dia 02 de Junho - no Laboratório do Pólo Computacional - no Campus I da EEL
Horário: 8h15 às 11h45
Instrutora: Deborah Dias - Profissional ISI
Inscrição:
ou na página da Biblioteca/Serviços/Treinamento

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Treinamento Web of Science

Começamos nossos treinamento de bases de dados  de 2011. O Sistema de Bibliotecas da USP oferece muitas ferramentas de apoio ao estudante e ao professor. Venha participar do treinamento e utilizar de forma sistemática esta base multidisplinar que apresenta ferramentas de análise de citações


Treinamento Web of Science

dia 17 de Maio - no Auditório da Biblioteca - no Campus I da EEL
Horários: das 14h00m às 17h
Instrutor: Joel Ribeiro

Inscrição na página da Biblioteca

Biblioteca/ Serviços/Treinamento

ou pelo link
http://www2.eel.usp.br/treinamento/webScience/



Estamos esperando vocês!!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Programa de Formação On-line ProQuest - Maio 2011 -

Programa de Formação On-line ProQuest - Maio 2011

A ProQuest informa sua programação de cursos de formação on-line sobre Bases de Dados ProQuest, CSA Illumina e Chadwyck Healey. Para o mês de maio de 2011 estão disponíveis cursos em português, integrados com a nova plataforma
ProQuest (http://www.proquest.co.uk/go/yourpath).

Introdução à nova Plataforma ProQuest:  16 de maio, 11h00 (horário de Brasília). A sessão tem duração de 60 minutos.
Registre-se  https://proquestmeetings.webex.com/proquestmeetings-pt/onstage/g.php?t=a&d=715518173

Introdução à Minha Pesquisa:  23 de maio, 11h00 (horário de Brasília). A sessão tem duração de 45 minutos.
Registre-se  https://proquestmeetings.webex.com/proquestmeetings-pt/onstage/g.php?t=a&d=719458268

Módulo de Administração ProQuest (PAM): 30 de maio, 11h00 (horário de Brasília). A sessão tem duração de 45 minutos.
Registre-se  https://proquestmeetings.webex.com/proquestmeetings-pt/onstage/g.php?t=a&d=715142570

A partir da página web (http://www.proquest.com/go/webinars ) é possível visualizar a lista completa de cursos de formação programados (Upcoming Events), para cada área temática das bases de dados ProQuest, inscrever-se ou assistir a uma sessão gravada (Event Recordings), em inglês.

Após efet uar o registro para participar das sessões de treinamento, o interessado receberá um e-mail com as instruções sobre o curso. Para ver o horário dos cursos de acordo com o fuso horário, selecionar "América do Sul Oriental Padrão Hora (Brasília, GMT-03:00)".