quarta-feira, 20 de julho de 2011

ÉTICA, VALORES E CIDADANIA NA ESCOLA - CURSO PG



Curso Semi-presencial oferecido pela USP (Universidade de São Paulo) no âmbito do Programa UNIVESP (Universidade Virtual do Estado de São Paulo)

INFORMAÇÕES GERAIS
CURSO GRATUITO

DURAÇÃO: 18 meses

INÍCIO DAS AULAS: 29 de agosto de 2011 no LOB-EEL-USP de Lorena-SP

VAGAS: 50 vagas no Polo da EEL-USP localizado no Departamento de Ciências Básicas e Ambientais.

CARGA HORÁRIA: 480 horas (360 de atividades Didáticas e 120 para elaboração de monografia)

PÚBLICO:
- Portadores de diploma de ensino superior
- Professor, coordenador pedagógico, vice-diretor ou diretor em instituição de educação infantil, de ensino fundamental, médio ou profissional, no exercício da profissão.

INSCRIÇÕES
Os interessados poderão se inscrever exclusivamente pelo site da FUVEST (www.fuvest.br) de 11/7 a 05/8. Após o preenchimento da ficha de inscrição, o interessado deve pagar uma taxa de R$ 55,00 (cinqüenta e cinco reais) na rede bancária.



segunda-feira, 18 de julho de 2011

Programa de Bolsas ICyTDF-México/CLAF

 

18/07/2011
Agência FAPESP – Estão abertas até 29 de outubro as inscrições para o Programa de Bolsas ICyTDF-México/CLAF.
Mantido pelo Centro Latino-Americano de Física (CLAF), por meio de um convênio com o Instituto de Ciencia y Tecnología del Distrito Federal (ICyTDF) do México, o programa disponibiliza bolsas de estudos de mestrado, doutorado, doutorado cooperativo, pós-doutorado e projetos de colaboração científica para estudantes e pesquisadores latino-americanos.
O programa é uma oportunidade para que estudantes e pesquisadores não mexicanos tenham a oportunidade de estudar e desenvolver trabalhos em instituições de ensino e pesquisa no México. Já os estudantes e pesquisadores mexicanos são encaminhados para instituições de ensino e pesquisa em outros países latino-americanos.
Os interessados devem apresentar uma carta de apresentação, currículo com fotografia e cópia dos documentos, currículo do orientador, carta oficial de aceitação da instituição de ensino pretendida, registro do último título de graduação obtido e projeto de pesquisa aprovado pela instituição de origem e pela escolhida.
A duração das bolsas varia de 3 a 60 meses. O resultado será divulgado a partir do dia 15 de novembro.
Mais informações: www.claffisica.org/uploads/arquivos/CONVOCATORIA%202011%20ICyTDF-CLAF.pdf

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mais de 4 mil livros de ciência de graça

 

06/06/2011
Agência FAPESP – A National Academies Press (NAP), editora das academias nacionais de ciência dos Estados Unidos, anunciou no dia 2 de junho que passou a oferecer seu catálogo completo para ser baixado e lido de graça pela internet.
São mais de 4 mil títulos, que podem ser baixados inteiros ou por capítulos, em arquivos pdf. A NAP publica mais de 200 livros por ano nas mais diversas áreas do conhecimento, com destaque para publicações importantes em política científica e tecnológica.
Os livros podem ser copiados livremente a partir de qualquer computador conectado na internet e mostram o esforço da NAP em democratizar o acesso ao conteúdo produzido pelas academias norte-americanas. As academias, que atuam há mais de 100 anos, são: National Academy of Sciences, National Academy of Engineering, Institute of Medicine e National Research Council.
Os títulos em capa dura continuarão à venda no site da NAP. A opção de ler de graça parte de livros ou títulos inteiros começou a ser oferecida pelo site em 1994. A oferta de todo o catálogo de graça para ser baixado em pdf foi feita primeiro para os países em desenvolvimento.
Entre os títulos que podem ser baixados estão: On Being a Scientist: A Guide to Responsible Conduct in Research, Guide for the Care and Use of Laboratory Animals e Prudent Practices in the Laboratory: Handling and Management of Chemical Hazards.
Mais informações: http://www.nap.edu/

terça-feira, 31 de maio de 2011

SciVerse

O SciVerse está mais rápido

A nova versão torna o SciVerse fmais rápido do que nunca. Os fluxos de trabalho foram atualizados e aprimorados, os recursos estão mais intuitivos e o desempenho do produto foi melhorado com aprimoramentos tecnológicos fundamentais.
Seus usuários agora podem encontrar aquilo que precisam com mais facilidade e rapidez, ficando com mais tempo para dedicar a outras tarefas de pesquisa.

Um resumo breve das novidades:
SciVerse Scopus:
• Tenha uma visão geral melhor da produção de pesquisa de seu instituto em menos tempo com a recém-aprimorada pesquisa de afiliações;
• Tenha um link direto do SciVerse Scopus para o mesmo registro no Embase (se tiver acesso aos dois produtos);
• Atualize perfis de autores com precisao e rapidez usando o novo SciVerse Scopus Author Feedback Wizard.

SciVerse ScienceDirect:
• Localize resultados de pesquisa mais rapidamente, agora que o número de resultados padrão por página foi reduzido a 50;
• Quando seus usuários entrarem no SciVerse ScienceDirect a partir do Google, encontrarão seus termos originais de pesquisa realçados no artigo, para verificar com facilidade sua relevância para a pesquisa.

 SciVerse Hub:
• Edite suas pesquisas diretamente na página de resultados da pesquisa sem precisar navegar de volta para a tela inicial.

E não vamos nos esquecer dos aplicativos...
• Faça pesquisas em seções específicas de um artigo (por exemplo, título, métodos, resumo) e, depois, filtre os resultados usando o aplicativo Section Search;
• Traduza sua pesquisa em idioma estrangeiro para o inglês e inicie uma pesquisa no SciVerse Hub usando o aplicativo Search Translator.

MEC não quer ensinar

JC e-mail 4268, de 30 de Maio de 2011

Artigo de Carlos Alberto Difranco, no Estado de São Paulo de hoje (30).
Acabo de ler duas instigantes obras de Zygmunt Bauman: Amor Líquido e Modernidade
Líquida. Bauman, um dos mais originais e perspicazes sociólogos da atualidade, vai fundo nos paradoxos da modernidade líquida. Vivemos um tempo de incertezas, de sinais confusos, de ausência de vínculos duradouros. Mas, ao mesmo tempo, o comportamento fluido e relativista acaba, frequentemente, em arrebatos de dogmatismo ideológico. O relativismo, facilmente, transforma-se em autoritarismo. Recentemente, a imprensa noticiou que, para evitar discriminações, o Ministério da Educação (MEC) quer renunciar ao dever de ensinar. Por exemplo, entende que pode promover o preconceito a explicação em sala de aula de que a concordância entre artigo e substantivo é uma norma da língua portuguesa. Dessa forma, o MEC aconselha a relativizar.

Segundo o Ministério, a expressão "os carro" também seria correta. A sociedade, quando se deu conta do que o MEC estava propondo,foi unânime na sua indignação. Afinal, a oportunidade de aprender bem a sua língua deve ser um direito de todos. Nesse caso, no entanto, penso que está em jogo mais do que a norma culta da língua portuguesa. Implicitamente, o MEC nos diz: na busca por um "mundo mais justo" (sem preconceitos) pode ser aconselhável dizer algumas mentiras. Na lógica ministerial, o conhecimento é munição para a discriminação.

Vislumbra-se aí uma visão de mundo na qual o critério político prevaleceria sobre a realidade das coisas, sobre a verdade. E aqui reside o ponto central, cuja discussão é incômoda para uma sociedade que não deseja utilizar o conceito "verdade". Este seria apropriado apenas para uma agenda conservadora; os contemporâneos não deveriam utilizá-lo mais.

Mas por que será que a "verdade" é tão incômoda? Porque ainda estamos imersos no sofisma moderno que confunde "ter um conhecimento certo sobre algo" com "ser dono da verdade". O engano está em equiparar "conhecimento limitado" - que é onde sempre estaremos - com "todo conhecimento é inválido". Outro influente motivo para evitar o uso do conceito "verdade" é a aspiração por liberdade.

As "verdades" tolheriam a nossa autonomia, imporiam uns limites indesejáveis; no mínimo, acabariam diminuindo a nossa liberdade de pensamento. O MEC - de fato -entende assim: numa sociedade plural, não se poderia ter apenas uma única norma culta para a língua portuguesa. Deixemos os nossos alunos "livres" para escolherem as diversas versões.

Não será que ocorre exatamente o contrário? Quem conhece bem a língua portuguesa tem a liberdade de escolher qual forma - num texto literário, por exemplo -expressa melhor a sua ideia. E pode até abrir mão da norma culta, num determinado momento. Só terá a segurança dessa escolha quem conhecer a norma culta, caso contrário, serão tiros no escuro. Entre liberdade e verdade não vige uma relação dialética. Elas andam juntas. O que pode provocar um antagonismo com a liberdade é uma versão absolutista de verdade, encarnada pelo sujeito que entende ser o "dono da verdade".

Mas a verdade não é um objeto que se possui. A verdade é o mundo, é a realidade, são os outros. É uma porta que se abre para fora, não para dentro, e por isso pode ser contemplada por todos. Ela é democrática: está acessível a todos. Já não será hora de superarmos a disjuntiva moderna e estabelecermos uma relação amigável com a "verdade"? Não significa fazer um pacto "espiritual" com o universo ou assinar uma espécie de declaração de alienação, abdicando do uso da inteligência e da crítica. A proposta que aqui se faz nada mais é do que buscar uma relação de honestidade intelectual com a realidade e com os outros.

Penso que essa relação de honestidade intelectual está na origem da cultura ocidental, ainda lá com os gregos. É um processo de aprendizagem, que leva a reconhecer os próprios erros, a revisar as condutas e, ainda que não seja retilíneo, trouxe indubitáveis bens (ainda não plenamente alcançados, mas que indicam a meta): o reconhecimento da
dignidade da pessoa humana, o respeito e a valorização da mulher, a rejeição da escravidão, a democracia como expressão dessa dignidade, a tolerância, a compreensão, etc.

Aquilo de que mais nos orgulhamos não foi alcançado brigando com a "verdade", dizendo que tudo era relativo, que dava na mesma A ou B. Nesta lógica aparentemente ampla - mas que no fundo é estreita (porque não está aberta à realidade e aos outros, impera o subjetivo) -, quem ganha é o mais forte, aquele que grita mais alto. Já não existe um referencial adequado para o diálogo. Ficam as versões. Ficam os discursos. E ficamos à mercê dos Sarneys... E agora também dos Paloccis.

Só mais um último aspecto, agora do ponto de vista pedagógico. A visão do MEC sobre a educação corrobora a constatação feita pela pediatra norte-americana Meg Meeker. Ela considera que as principais dificuldades da educação dos jovens de hoje não são causadas por eles. Na visão dela, o problema não são os jovens - como muitas vezes os moralistas de plantão ou os saudosistas de outros tempos querem culpá-los. A dra. Meg Meeker, com a experiência de mais de 20 anos atendendo adolescentes e pais no seu consultório, diz que a causa está nos próprios adultos, que diminuíra mas expectativas da educação em relação às novas gerações. "Eles não conseguirão fazer isso..." Ou: "É impossível que ajam dessa forma..." Os próprios educadores nivelam por baixo - como se o comportamento ético fosse hoje em dia irrealizável - e depois se dizem decepcionados com os jovens.

Ministério da Educação: os alunos saberão fazer bom uso das regras de português. Não lhes impeça o acesso ao conhecimento e, principalmente, não lhes negue um dos principais motores para o crescimento pessoal: a confiança.

Carlos Alberto Difranco é doutor em Comunicação, é professor de Ética e diretor do Master em Jornalismo. E-mail: difranco@iics.org.br.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Nova versão Web of knowledge

Treinamento Nova versão da Web of Knowledge, Web of Science, Derwent e o EndNote Web

dia 02 de Junho - no Laboratório do Pólo Computacional - no Campus I da EEL
Horário: 8h15 às 11h45
Instrutora: Deborah Dias - Profissional ISI
Inscrição:
ou na página da Biblioteca/Serviços/Treinamento